8/05/2016

Fashion Review Fashion Police Style (Angola Music Awards)

Postar fotos é fácil, difícil é imitir opiniões sobre looks, principalmente quando sabemos que a maioria das pessoas não estão recetivas a criticas (ainda que construtivas) sobre os seus gostos pessoais ou dos seus stylists.

Como já disse muitas vezes e nunca me canso de repetir, gostos não se discutem, partilham-se, e eu acredito mesmo nesta frase.

Quem me acompanha já sabe que para mim não existe 'vestir bem ou mal' ou 'bom gosto, mau gosto' a vestir, existe sim vestir de acordo com o nosso corpo, estilo e com a ocasião, utilizando sempre o bom senso ou em último caso se escolhermos ignorar tudo isto, assumir as nossas escolhas.

Mas é precisamente no vestir de acordo com a ocasião que me vou concentrar.

Disse-o há pouco tempo que em caso de dúvida sobre o look a usar é melhor jogar pelo seguro, dizem que as regras fashion existem para ser quebradas ou indo mais longe ainda que na moda não existem regras mas sim gostos/estilos pessoais e intransmissíveis.
Isto pode parecer bonito no papel, mas a verdade é que quando não estamos confortáveis na nossa roupa ao querermos 'inovar' demasiado, isso nota-se e não é bonito de se ver.

Assim, seguindo 'as regras' na escolha de um outfit para um evento, é sempre mais seguro seguir o Dress Code 'sugerido' pela organização, à falta deste vamos pelo 'estabelecido'.

São tão poucas as ocasiões propicias a exercer o Glamour que a moda nos pode proporcionar que temos que aproveitar quando elas surgem, vestir-nos para uma gala, para um evento de entrega de prémios como se fossemos para um cocktail, vernissage ou para um jantar é um perfeito desperdício Fashion.

Vestir-nos como se fossemos para a escola/trabalho, para a discoteca ou para um almoço na praia é uma tremenda falta de bom senso.

Existem 'excepções'? Claro que sim, mas tem haver com uma coisa muito simples mas demasiado importante para ignorar 'ESTILO PESSOAL'. Existem pessoas com um estilo demasiado marcante e que se 'safam' com quase tudo, isto acontece muito nas entregas de prémios de musica internacionais, existem artistas com um estilo muito próprio que fogem às regras de dress code estabelecidas e que se enquadram perfeitamente.
No entanto isto não serve para a maioria de nós 'comuns mortais'.

Eventos de moda também costumam dar mais ´liberdade' fashion, nunca fugindo muito da nossa zona de conforto para não parecermos um manequim de montra ou uma produção editorial.

Manter o Glamour é sempre uma aposta segura, não precisa de ser o tradicional vestido comprido com pedrarias etc, podemos apostar num jumpsuit mais sofisticado, num fato de bom corte e tecido nobre, num conjuntinho saia full Midi cintura subida e um Crop top em cetim, em acessórios exclusivos, em sapatos statment.

Devemos evitar roupa em tecidos do 'dia-à-dia', pouco tecido (vestidos/saias/shorts demasiado curtos), demasiada informação nos acessórios, manter o look simples mas requintado.

Agora dizem vocês, 'Ah mas é uma entrega de prémios de musica, deve ser descontraído'... deixem a descontração para assistirem aos concertos dos artistas, o vestido de cocktail para irem à apresentação do novo disco ou sessão de autógrafos (desde que não seja no Jardim da independência que não dá jeito ir de vestido tubo com stilettos).

Esqueça as gangas, os rasgões, os tecidos demasiado colantes, as lycras e afins, evite levar toda a bijuteria que tem em casa e lembre-se que não precisa de juntar todos os estilos/tendências que vê na televisão e revistas, 'mascarar-se' do seu ídolo fashion favorito também não costuma dar bom resultado.

Num evento como uma entrega de prémios estilo Gala de premiação musical, encarne o espirito Diva (com moderação) e aposte no Glamour e sofisticação.


Hugs, Kisses, Love  & Best Wishes
MSM


Photo Credit: Platina Line, Delicia Magazine

8/03/2016

Os ‘novos-ricos’ e a ‘falta de Berço’


Quando ouvimos esta expressão ‘falta de berço’ imediatamente relacionamos com o facto de nascer pobre, no entanto não poderia estar mais longe da verdade.

Na realidade este fenómeno dos ‘novos-ricos’ emergentes na sociedade moderna só veio realçar o facto de, cada vez mais, as pessoas crescerem sem valores, sem ‘berço’.
 
O ´berço’ não se compra, não surge milagrosamente quando ficamos ricos ou quando casamos ou nos juntamos a alguém ‘remediado’ financeiramente.
 
Por esta altura devem estar a pensar, “mas esta conversa não está relacionada com moda ou lifestyle MSM”. Pois, por acaso até está, é que associado a este fenómeno dos ‘novos-ricos’ surge aquele grupo de novos ‘fashionistas’ que acreditam piamente no facto de bastar ‘estar na moda’, vestir marcas caras ou reconhecidas para automaticamente atingirem o patamar dos ‘ricos’.
 
É lindo partilharmos memes e frases profundas no Facebook e Instagram onde realçamos a importância dos valores, do respeito e da boa conduta quando no dia-à-dia, na prática, as nossas acções só revelam que somos pobres de espírito, mal formados e sem ‘berço’.
 
O ‘berço’ nota-se nos pequenos gestos, no facto de reconhecermos que todos os trabalhos sejam eles quais forem são importantes, o varredor de rua não é menos importante que a recém-licenciada quando ele por um lado faz o seu trabalho bem feito com rigor enquanto ela não consegue escrever um parágrafo sem dar erros ortográficos.
 
Por outro lado a falta de ‘berço’ manifesta-se por exemplo quando não respeitamos alguém que trabalha para nós destratando-o à frente de outras pessoas ou quando as meninas acham que atingiram um ‘estatuto’ em que se tornaram ‘madames’ e dão a sua roupa interior suja à lavadeira para lavar.
 
Independentemente do dinheiro que se tem na conta bancária demonstra-se ter ‘berço’ quando crescemos com certos valores que nos guiam pela vida e nos mostram a importância de ter respeito por nós e pelos outros, e isto não se aprende na escola. Na escola podemos aprender alguns deveres cívicos, podemos aprender certas regras para conviver em sociedade, mas o nosso carácter, a nossa formação enquanto pessoas começa muito antes, começa no ‘berço’, na nossa estrutura familiar.
 
O que constato é que cada vez mais as pessoas com ‘berço’ vêm de famílias humildes, sem grandes posses, mas que ainda respeitam os seus valores. Esta é a base para formarmos bons seres humanos, excelentes profissionais e uma sociedade mais saudável.
 
Quando nos esforçamos demasiado para ‘parecer’ alguma coisa é porque na realidade não somos e isso nota-se. Quem realmente tem ‘berço’ reconhece os seus ‘semelhantes’ e respeita-os, tenham eles dinheiro ou não, mas reconhece neles os mesmos valores, os outros, os ‘aparecedores’ tornam-se ridículos aos olhos dos ‘verdadeiros’.
 
Não esperem os vossos filhos chegarem à faculdade para aprenderem a ser cidadãos correctos, com valores, respeitadores. Não é o canudo que lhes vai dar a elegância, delicadeza o respeito de quem nasceu com ‘berço’. Podem ter um batalhão de empregados, lavadeira, motorista, babá, mulher-a-dias, segurança, tudo a que o dinheiro der acesso, mas sem ‘berço’ vai continuar a ser um pedante, um miserável, um eterno ‘wannabe’.
 
E a próxima vez que fizer troça de alguém, o mendigo que lhe pede dinheiro na rua para alimentar a família, a colega de trabalho que não ‘cursou universidade’, o motorista do seu ‘namorado’ ou a empregada que lhe faz a comida ou lhe lava a roupa, da próxima vez que destratar um mais velho, o seu avô, a sua mãe, o seu subordinado, lembre-se que eles podem não ter a mesma conta bancária que você, ou podem não ter o titulo de ‘Dr.’, mas se calhar sabem o valor do trabalho, da amizade, do respeito, da solidariedade, do ‘bom dia’, do ‘obrigado (a)’, do ‘se faz favor’. E enquanto não souber reconhecer isso jamais será um daqueles ‘verdadeiramente ricos’, será toda a vida um ‘aparecedor’, alvo de chacota por parte dos ‘verdadeiros’.

Não inveje os sapatos de marca, os vestidos de designer, a maquiagem de estrela de cinema, o carro com motorista, aprenda as boas maneiras, a educação, os valores, a elegância nas palavras e nas acções. Quando atingir este patamar qualquer calça de ganga com uma simples t-shirt branca vai ser infinitamente mais fashion e com estilo do que o outfit mais caro da 5th Avenue.

Hugs, Kisses, Love & Best Wishes
MSM

2/26/2016

I'm Forty and I Know it!

Ser sexy aos 40 é muito mais fácil do que aos 20 e aos 30, e não, não é porque temos um corpo mais bonito, porque estamos mais magras ou por qualquer outra razão relacionada com as nossas curvas, aliás, provavelmente até tem. 
Ser sexy e sofisticada aos 40 é mais fácil simplesmente porque percebemos finalmente que ser sexy é um estado de espírito, é sentirmos-nos bem connosco, com o nosso corpo com o nosso interior e em ultima análise sentirmos-nos bem com os outros. 

Aos 40 temos idade suficiente para ditarmos as nossas próprias ‘regras’, com a vantagem de possuirmos todo o conhecimento, experiência e senso comum que ganhamos através do amadurecimento.

No que diz respeito à nossa aparência, inevitavelmente a sociedade tenta impor aquilo que acha ‘correcto’ para pessoas da ‘nossa idade’, cabe a cada uma de nós decidir se nos sentimos confortáveis com elas ou não.
Para algumas pessoas quanto mais idade têm mais difícil se torna decidir aquilo que é ‘suposto’ usar ou que é ou não ‘age appropriate’. 



Eu arriscaria dizer que praticamente tudo o que não é apropriado aos 40, dificilmente será apropriado em qualquer outra faixa etária. Realmente os 40 são os ‘novos trinta’, com a diferença de que uma mulher de 40 tendencialmente tem a sua sensualidade muito mais apurada, definida e resolvida. E quando falo de sensualidade, falo de tudo o que acarreta ser sensual e tudo ou nada tem a ver com sexo e sim com postura, atitude e segurança. 

Embora acredite no que disse anteriormente, existem com certeza algumas excepções. Por exemplo, saias demasiado curtas, decotes demasiado pronunciados, cropped tops com calças de cintura baixa, não estão com certeza entre os itens que favorecem mais a silhueta de uma mulher de 40, no entanto na minha opinião dificilmente favorecem outras mulheres de outras idades e na maioria dos biótipos, quando o objectivo é ser sensual no dia à dia. 

Mas o que isto realmente significa em termos práticos?

1. Mantenha o mistério - A sensualidade está mais no que não se vê do que no que está à vista, está no mistério, na sedução implícita e não explicita, no que esconde mais do que no que revela. Tudo isto aplica-se ao vestuário quando o objectivo é ser sensual. A ideia é optar por roupa que favoreça e revele as nossas formas femininas sem serem demasiado apertadas. Deixar um pouco à ‘imaginação’. Escondermos-nos dentro de roupas demasiado largas que não favorecem o nosso corpo pode ser confortável mas não é sexy nem sensual.
E claro, a postura e a atitude é fundamental!

 Numa ocasião especial como um jantar ou uma saída à noite podemos 'exagerar' um pouco, mas não demasiado ao ponto de 'roçar o mau gosto', e claro, algumas combinações como uma racha demasiado pronunciada e o salto alto não devem ser utilizadas em certas ocasiões como por exemplo de dia para trabalhar

2. Não mostrar demasiada ‘pele’ – Claro que como em tudo dever-se-á usar o bom senso e criar equilíbrio no look. Um ombro descoberto é mais sensual do que um cai-cai, assim como costas descobertas (não demasiado low cut, o limite são 4 dedos abaixo da linha da cintura, mais do que isso já poderá ser demasiado) tornam-se mais sensuais do que um decote demasiado prenunciado.
É importante conhecermos o nosso corpo e saber o que 'funciona' para nós. Uma mulher pode usar um decote, ainda que tenha seios grandes, o segredo é saber que tipo de decote nos favorece
Uma saia pensil, form fitting é mais sensual do que uma saia ou uns shorts demasiado curtos, assim como uma racha de um tamanho adequado dá uma aura de mistério sem ser demasiado reveladora.
Calças de bom corte e ajustadas ao corpo, são infinitamente mais sexys do que calças demasiado apertadas e em tecidos demasiado ‘colantes’ que se devem manter em ambientes de ginásio e não no dia-a-dia.
Alguns 'exageros' fashion não acrescentam nada à nossa silhueta.
O segredo é focarmos-nos num atributo físico de cada vez, se mostramos as pernas não necessitamos de mostrar os ombros, se mostramos as costas devemos evitar decotes pronunciados e por aí vai.
E usar soutien a fazer de top , combinações de vestidos, roupa interior à vista,  etc, principalmente em materiais como renda ou cetim poderá ficar bem em editoriais mas não é definitivamente sensual ou apropriado no dia à dia.Por isso guarde as suas cuecas e soutien Calvin Klein para ocasiões apropriadas ou mantenha-os por baixo da roupa.

3. Não usar nada demasiado apertado principalmente looks integrais - Seguir a regra dos ‘dois’ facilita na hora de escolher um look sexy mas digno.
Divida o seu corpo em dois (dividir pelo umbigo, este não deverá em qualquer circunstância aparecer), parte de cima e parte de baixo, agora acrescente duas categorias, 'apertado e revelador'. Se a sua parte de baixo é apertada ou reveladora, escolha uma parte de cima mais discreta e solta, e vice-versa. Mostrar o umbigo não é sofisticado mesmo que tenhamos uma barriga sarada, devemos deixar esse tipo de roupa para ambientes próprios como por exemplo a praia.
Fashion icon Sheikha Mozah, a prova de que vestir bem e ser sensual não significa 'mostrar' pele. roupas form fitting, que acentuam as curvas sem ser demasiado apertadas, cintos ou cortes que acentuam a cintura e modelos que alongam a silhueta
Claro que uma mulher, qualquer mulher mesmo de 40 poderá usar cropped tops, mas a forma mais correcta de o fazer é com partes de baixo de cintura alta, para que o bocado de ‘pele’ que se veja seja o mínimo possível e não seja com toda a certeza o umbigo.
4. Um look sem ‘esforço’, ou seja, um look que não pareça que se demorou eternidades a ‘montar’ é mais sexy do que algo demasiado ‘forçado’.
Alguns looks funcionam muito bem na passarela vermelha, ou nas semanas de moda mas no dia-a-dia não. Se não é artista a representar uma ‘personagem’, seja em palco, em cena ou num evento, modere a ‘teatralidade’ dos seus looks.
A diferença entre o excesso e a 'simplicidade'. O Vestido vermelho form fitting e só de um ombro acaba por favorecer muito mais o corpo feminino e torna-se muito mais sexy e sensual
5. Usar sempre calçado apropriado e com os quais se sintam confortáveis. Não existe nada mais deselegante do que uma mulher de salto alto constantemente a tropeçar nos próprios saltos ou com as pernas a tremer com aspecto de quem está a caminhar com andas pela primeira vez. Se para si é confortável salto alto, força! Mas se por outro lado não está habituada lembre-se que uma mulher confiante de rasos pode ser infinitamente mais sexy e sensual do que uma mulher de saltos a cambalear pela rua.
6. Ter a pele e o cabelo cuidado também é sexy. Cabelos e maquilhagem discreta e não demasiado ‘teatral’ ou ‘cinematográfica’ torna o look sensual. Maquilhagem demasiado ‘carregada’, demasiada base ou rouge e lábios esborratados não é sexy. Deve parecer que acordou num maravilhoso dia de sol, fresca e resplandecente e não que chegou ao fim do dia cansada e sem energia. 
"Don´t be a Drag just be a Queen"
Claro que não nos devemos esquecer que sendo a sensualidade um estado de espirito também  depende da forma como cada um vê o mundo, como tal ser sexy ou sensual é muito mais do que regras que podem ser seguidas. 
Mas podemos concordar que sermos confiantes, elegantes, não nos esforçarmos demasiado, manter o mistério, conhecermos o nosso corpo, cuidarmos de nós próprias e aceitarmos-nos, são ‘regras’ que qualquer mulher pode adoptar para se sentir mais sexy/sensual.
Hugs, Kisses, Love & Best Wishes
MSM
* Maioria das imagens tiradas de www.google.pt

2/23/2016

Trend Alert MSM- Estilo Boho-Chic

O estilo Boho-chic é uma combinação dos estilos vintage e boémio ou Bohemian Gipsy, que resulta numa mistura eclética, que transparece liberdade e natureza.


Este estilo não é ‘novo’ no palco fashion, no entanto, por se tratar de um estilo bastante ‘livre’, permite reinventá-lo a cada estação, trazendo elementos novos e actuais, misturados com os ‘must-have’ de sempre. Podemos incorporar por exemplo motivos ‘africanos’ ao estilo Boho-chic, como missangas ou apontamentos de padrão africano (em acessórios por exemplo), e tornálo mais interessante.

É um estilo muito utilizado, principalmente por celebridades, nos festivais de verão como o Coachella. 
Sienna Miller, Olivia Palemo, Nicole Ritchie e Kate Moss, são algumas das celebridades que tornaram o estilo Boho-chic uma tendência a seguir.




A utilização de peças leves, soltas e muitas vezes usadas em sobreposição, dá-nos o elemento fundamental do estilo Boho-chic que é o conforto.

A vantagem do Boho Style é que se traduz numa oportunidade de personalizarmos o nosso próprio estilo, torná-lo único de forma relativamente fácil e inspiradora.

Conseguirmos um estilo Boho-chic não obedece a regras muito rígidas, no entanto, algumas ‘linhas mestras’ ajudam-nos na hora de escolher peças para montar o nosso look.

  1.  Em primeiro lugar a chave mestra do estilo Boho-chic é a aparência ‘natural’, roupas e acessórios em tecidos naturais como o algodão, o linho, couro, camurça, pele, etc, assim como optar por cores e tonalidades inspiradas na natureza, por exemplo, verde, azul, tons terra, branco, amarelo e laranja.
  2. Maquiagem e cabelos também ‘naturais’. Embora maquiagem ‘natural’ pareça um contrassenso a ideia é ser o mais discreta possível, realçando apenas as linhas e cores naturais do rosto.
  3. Padrões étnicos, crochê ou rendas, usados com parcimónia, trás algo bastante procurado no estilo Boho-chic, a sensação de ‘natural’, ‘feito à mão’. Missangas, bordados e franjas são usados tanto em roupa como nos acessórios.
  4. Use padrões desde os florais ao xadrez e estampas étnicas tudo é permitido desde que utilizado com ‘peso e medida’. A melhor forma é combinar sempre com peças de tons neutros para criar equilíbrio.
  5. O Boho-chic é um estilo caracterizado por peças de roupa esvoaçantes, vintage e de inspiração ética, também nos acessórios. Algumas peças essenciais são:
a.     Maxi vestidos (até aos pés e soltos) – a palavra mágica é mesmo ‘Maxi’, não só em vestidos mas em saias, blusas, etc… O segredo é tentar equilibrar o look, combine roupas justas com peças largas.
Por exemplo, se usar uma saia comprida (Maxi), use com uma t-shirt ou um top mais justo ao corpo para realçar a sua silhueta, se por outro lado preferir uma blusa solta e esvoaçante experimente usar uns calções curtos mais ‘body fitting’, para dar aquele look mais ‘sexy’.



b.      Coletes – curtos ou compridos, de ganga ou ‘étnicos’ com franjas, o segredo é encontrarmos o equilíbrio no look. Evite usar por exemplo um colete demasiado comprido com uma saia Maxi e uma blusa solta, isto trará demasiada informação ao seu look e passará de um estilo boho-chic para um estilo hippie.
      Experimente também os kimonos, curtos ou compridos, podem funcionar muito bem no look. As capas de verão também são uma boa opção, experimente pode ser que se torne um must have no seu closet.



c.       Accessorize! Usar acessórios, até no cabelo, é permitido e incentivado no estilo Boho-chic. No cabelo pode usar lenços, chapéus e faixas ou bandanas por exemplo.

Colares compridos, conjuntos de pulseiras e anéis e brincos compridos também completam o look.


Os óculos também são uma boa aquisição para o seu guarda-roupa Boho-chic, grandes, redondos, vintage, a única regra é apenas escolher aquele que se adapta melhor ao formato do seu rosto.
Aponte para um estilo ‘livre’ mas feminino quando escolher os acessórios.
d.      Os sapatos usados deverão ser de material e tons naturais, no verão poderá usar sandálias de inspiração ‘étnica’, como por exemplo gregas, africanas ou até as super fashion gladiadoras romanas. No cacimbo que tal aproveitar o clima mais fresco para usar ankle boots ou botas ‘cowboy’.
e.      Se pretender usar uma carteira opte por uma de alça comprida, especialmente grandes de formato arredondado. Procure também detalhes ´étnicos’, com franjas ou tachas.



Mary Kate Olsen Boho Homeless Outfit
Exagerar nos elementos de determinado estilo pode ter um resultado desastroso

Abandone o minimalismo e a simplicidade sem no entanto exagerar demasiado nos ‘clichés’ do look Boho-chic que poderá levá-la a tornar-se numa ‘caricatura’ do estilo pretendido.
Esta é aliás uma boa dica para qualquer estilo que queira adoptar, não use demasiados ‘ingredientes’ do estilo pretendido, tente equilibrar o seu look, não usando demasiada ‘informação’ e lembre-se que o look funcionará melhor se dentro dos elementos essenciais disponíveis para o estilo desejado escolher aqueles que se adapatam às suas formas e ao seu gosto, vai torná-lo mais autêntico e credível, para além de se sentir mais confortável e confiante.
Boho #2
O estilo Boho-chic pode ser conseguido de forma discreta para se adaptar ao seu dia-a-dia


Não nos podemos esquecer que infelizmente o nosso dia-a-dia não é um festival de verão, e pode ser complicado levar 'demasiado a sério' o estilo Boho-chic para, por exemplo, trabalhar. Mas experimente usar apenas alguns apontamentos como um cinto largo de couro/pele num vestido largo de tecido fino e um Blazer e juntar alguns acessórios como maxi brincos, colares com pendentes ou um conjunto de pulseiras (atenção ao conjunto de pulseiras, é muito deselegante em certos tipos de emprego ter o braço a 'chocalhar' com a quantidade de pulseiras).



Hugs, Kisses, Love & Best Wishes
MSM

*Grande parte das imagens são retiradas da internet.

1/19/2016

GALIBELLE - By Brazilian Designers

ATENÇÃO: PUBLI-POST*



Galibelle, uma marca recente no mercado angolano

A Galibelle é uma marca multinacional, dedicada ao design, produção e venda de calçado jovem, moderno e confortável, com garantia de qualidade, e que tem como diferenciais a inovação, qualidade, fast-fashion e a exclusividade dos seus produtos.


Fundada em 2007, a marca, de design e produção brasileiros, começou a sua comercialização em Portugal, sendo que actualmente já se faz presente em países como Angola, Brasil, Israel, Estados Unidos, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Emiratos Árabes Unidos, Moçambique, Nova Zelândia, Polónia e Austrália.



A Galibelle surgiu com uma proposta inovadora, sandálias com mudança de tiras que permitem várias opções no mesmo artigo, tornando-o versátil e bastante acessível em termos de custo do produto.

A mesma sola, Deise Color Leather com 7 tiras diferentes, uma para cada dia da semana!


Basicamente a cliente escolhe o tipo de sola que gosta mais e melhor se adapta ás suas necessidades, das 'rasteirinhas' aos saltos mais altos, e em seguida escolhe o modelo/cor/padrão de tira ou tiras da sua preferência ou finalidade.


 Propostas de looks com a mesma sola Deise Color Leather e 7 tiras diferentes

Com 1 sola e várias tiras poderá ter vários looks, bastando apenas usar a imaginação e bom gosto, poupa em dinheiro e em espaço de armário ou mala de viagem!

Propostas de looks com a sola Sara Cork, tiras para todos os estilos, gostos e ocasiões

Os números das solas variam do 35 ao 42  e as tiras do S ao XL, sendo um calçado que se adapta perfeitamente a qualquer tipo de pé.



As tiras são faceis de por e tirar, dificil mesmo é escolher a nossa preferida


Confortáveis, as sandálias Galibelle têm como objectivo satisfazer as necessidades da mulher moderna e para tal oferece:
- Estilo e design;
- Productos e marca internacionais;
- Inovação;
- Possibilidade de várias opções num só produto;
- Optimização de espaço em armários e malas (viagens);
- Excelente custo/beneficio.
Modelo Giovanna, leve e versátil, dependendo das tiras pode ser uma chinela ou uma sandália

A marca Galibelle, e em especial os seus produtos, são uma mais-valia no mercado angolano, mercado esse que se quer moderno e inovador, não só através dos produtos em si que transmitem uma imagem original e sofisticada, mas também do design actual e cosmopolita dos seus pontos de venda e da moderna e ‘user friendly’ loja online que estará disponível em breve no território angolano.






1º Stand Galibelle em Luanda, Luanda Shopping (Kero Gika)

O uniforme das suas funcionárias é pensado por forma a garantir o destaque do calçado que no fundo é o core business da empresa, e relacionar também o uniforme ao logotipo da empresa (preto e branco), como tal as colaboradoras Galibelle apresentam-se de t-shirt e/ou blusa preta e calças de ganga escura (sem lavagens, rasgões ou padrões diferenciados).


Colaboradoras Galibelle, Ângela, Victória e Medina no Evento 'Miss mãos de fada' 

Pelo facto de, em Angola, a imagem corporativa não ser uma área à qual se dá a devida atenção estão neste momento a procurar mudar essa tendência e dar uma imagem mais adequada às suas colaboradoras, não só no que diz respeito à actualização do uniforme, mas também dotá-las das ferramentas necessárias para adequar a sua própria imagem pessoal à imagem da empresa, respeitando sempre o estilo individual de cada uma.
Colaboração com Mapassa Clothing em 2015, modelo Natália Domingos dos Anjos calçada por  Galibelle Angola 

Uma vez que desde a sua implementação já foram várias as parcerias com marcas nacionais e internacionais reconhecidas, está neste momento em fase de estudo um novo uniforme, em conjunto com uma marca Angolana de vestuário, para trazer aos uniformes Galibelle um toque de África mas sem esquecer a sobriedade e descrição que lhes é característico, com um toque de descontracção e irreverência.

Se a ideia é oferecer uma prenda, nada mais fácil! A Galibelle Angola já possui um cartão oferta, basta apenas carregar o cartão com o valor que pretende e oferecer a quem deseja. A qualquer momento a pessoa a quem ofereceu o cartão poderá dirigir-se ao stand Galibelle e descontar o valor em cartão adquirindo um produto a seu gosto. Assim não há como errar no presente!
Este cartão funciona também como cartão cliente e será utilizado mais tarde para campanhas e promoções.

Mas o melhor é mesmo experimentar! Dirija-se ao stand Galibelle no Luanda Shopping (Kero Gika) e veja por si mesma a variedade de opções da marca.

FB Galibelle Angola
Site Galibelle 

Hugs, Kisses, Love & Best Wishes
MSM

*Publi-Post - Este Post é uma parceria entre a marca e a blogger, não deixando no entanto de representar uma escolha informada da autora, ou seja, independentemente da parceria criada, trata-se de uma opinião pessoal de quem escreve como utilizadora/consumidora da marca.